Monday, May 7, 2012

are you here?

http://instagr.am/p/KVePEyuQFs/

“Rainy days are a little bit scary without you here.”


I mean, are you here in any of this moments?


Daniela C. What fucking rainy day.

Tuesday, April 10, 2012

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Às vezes é preciso um pouco mais. Um pouco mais de ti. E, talvez um pouco mais de mim. No final, era só isso que bastava.

Daniela.

Em direitos e deveres.

Acredito que gostas de te sentir assim, assim mimado, assim com todos os carinhos a que achas que tens direito. Em direitos e deveres entendemo-nos mal. Que gostas da minha preocupação com a roupa fria, com horários e mais deveres, Que gostas do mal que tu me fazes. Acredito que o fazes sem saber. Acredito ainda que o mal que tu me fazes não é mais que um bem disfarçado de coisas más. Acredito que faz parte da vossa espécie e que a vossa mãe natureza é uma sogra chata e malvada.



Em direitos e deveres, entendem-se os dois lados mal, elas porque foram feitas para serem o Fazer e o Manter e eles porque foram feitos para Ter e Querer. Em matéria de leis, estamos bem separados. Em matéria física ainda mais estamos. Em matéria química, temos um reagente mais forte, um ácido que corrói cimento e betão com outro que reage pouco mas que sustenta um produto visível a temperatura e concentração ideal. Em matéria de sociedade, temos o... Bom, fiquemos por aqui. Hoje é só mais um dia em que há mais coisas que te deixam longe de ti do que aquelas que te aproximam.

Não há tempo para dizer mais nada, porque o tempo esgota-se e aquele que me cedes já é menos que pouco.

Daniela .

Monday, March 19, 2012

Sail.

This is how I show my love.
I made it in my mind because
I blame it on my ADD baby.

This is how an angel cries
Blame it on my own sick pride
Blame it on my ADD baby

SAIL!

SAIL!

SAIL!

SAIL!

SAIL!

Maybe I should cry for help
Maybe I should kill myself(Chorus: myself)
Blame it on my ADD baby

Maybe I'm a different breed
Maybe I'm not listening
So blame it on my ADD baby

Wednesday, February 15, 2012

Basta pensar.

Basta pensar às vezes quando éramos miúdos, caíamos, "desfolávamos" os joelhos e as mãos. A mãe chegava e dizia "Pronto, já passou!..."; ainda doía que se fartava e ainda fungávamos com as lágrimas nos olhos mas... de facto, já tinha passado. Por isso as vezes é melhor dizer " vida deve ser levada com olhar de puto..", exactamente como diz a música.


dani.

Thursday, February 9, 2012

Efeito dominó.

Não compreendem o que se passa. Não olham, reparam, ouvem ou pensam. Impávidas saboreiam o sol, sem se preocupar se vai chover, se há humidade ou a temperatura desce. Gostam delas próprias, querendo e fazendo tudo para sobreviver. Nascem, crescem, multiplicam-se e morrem. É esse o seu propósito. Podem questionar-se que seres maravilhosos são esses. Que criaturas fantásticas são essas. Bom são quase todas! Nós humanos é que tivemos um outro propósito. Só me parece que se esqueceram de nos dizer qual. "Crescei e multiplicai-vos" dizem alguns crentes. Algo um pouco insuficiente para esta aberração da natureza que pisa o Mundo aos milhões, que pensa, escreve livros, teorias, constrói edifícios e cria como poucos fazem. Quem se esqueceu de avisar estes seres do seu objectivo, é alguém distraído com toda a certeza. Crescer é deveras fácil, basta ter paciência. Multiplicai-vos simples é para grande parte. Há um tempo ideial para tudo isso, e no resto que fazer? O ser humano foi um especialista em encontrar outras maneiras de se ocupar. Só que deveriam ter sido mais explícitos e eficazes a transmitir uma mensagem que ficou esquecida. Agora, agora como se esqueceram de nós, também nós nos esquecemos de outros. Um efeito dominó curioso.

Hoje esqueci-me de ti. Mas só hoje. Daniela

Monday, February 6, 2012

Cada um deles é somente a ausência do outro.

"É ele, finalmente, este para quem apenas olham José de Arimateia e Maria Madalena, este que faz chorar o sol e a lua, este que ainda agora louvou o Bom Ladrão e desprezou o Mau, por não compreender que não há nenhuma diferença entre um e outro, ou, se diferença há, não é essa, pois o Bem e o Mal não existem em si mesmos, cada um deles é somente a ausência do outro. "

in Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago