Thursday, May 10, 2012

No, you didn't have to stoop so low.





No, you didn't have to stoop so low.

Tuesday, May 8, 2012

Já sei que é inevitável

É um ciclo que se repete, as formas são as mesmas e o palavreado também. Já sei distingui-los, já sei o que se passa comigo, sei que é inevitável. 

Sei ainda que te afastas de mim e eu, sendo mais fraca, não me afasto mas prendo-me noutras coisas. Era tempo de provares algo, era tempo de mostrares o que é isso que chamas "amor", era tempo de se pronunciar. Fazia falta a esta cabeça destrambelhada, se é que essa palavra existe, ouvir algo parecido. Fazia-lhe falta que lhe dissesses que és e eu sou importante em alguma coisa. Somos demasiados pequenos neste pequeno planeta para sermos alguma coisa, mas fazia falta mostrares que pelo menos noutro sítio, talvez tivesse alguma importância. 

Queria dizer-te que o ciclo não se renovou, que essa tua distância não teve efeitos, que no fundo é só mais um período que eu sou eu e tu és tu, cada um no seu sítio, sem semelhanças alguma. Queria dizer-te que o ciclo que te afasta de mim e eu de ti, não se vai repetir. Vai repetir-se, e eu já lhe conheço formas e cores, sei que me vai confundir, que me vai fazer perdida entre trocas de insultos e outras palavras assustadoras que trocamos. Perdoa-me se já reconheço o que eu sei que tu sabes. Perdoa-me, não é algo que controle, que manipule como já fiz no passado. Já viste o que as ondas do mar fazem na praia? Parece-se com aquilo que tu me fazes.

Por isso, volto a mudar de destinatário, agora o ciclo mudou de dono. É um ciclo simples, é palpável, toca-se quase com os dedos. Se lhe tocasse aposto que se desfazia, como quem faz casas e castelos de areia e espera que resistam à abrasão das partículas excitadas das ondas que por sua excitam os grãos de areia das casas e dos castelos, fazendo-os desaparecer como se fossem algo. Só significa que nunca foram nada. Não sei se posso comparar este ciclo aos castelos de areia das crianças, não sei se é insultuoso, se magoa ou fere.  Não quero que isso aconteça, até porque o ciclo mudou de dono, mas continua a ser somente meu. E o dono do meu ciclo não pode, não vai ou quer saber do mesmo. Escrevo, na esperança de fechar um novo ciclo, sei que se o fizer e não o realizar, ele passa. Há-de vir alguma onda que o leve, afinal se o comparei a um castelo de areia, uma onda há-de fazer algum efeito... 

Não posso negar que fico meio tonta com isto dos ciclos, não os compreendo, só consigo compará-los. Sei que têm um princípio, sinto-o cada vez que o proprietário repara nele, sem se manifestar. SE há algo para entender, é esse algo que não entendo. Se este ciclo me desgasta e não posso tocar-lhe então porque aparece? Se este ciclo, é algo que tem princípio meio e fim e sendo que o fim coincide com o princípio, qual é o objectivo disto tudo?

Desta vez o ciclo é novo mas com semelhanças com o anterior. É absolutamente bizarro e nunca se deveria ter iniciado. Nisto concluo, que ciclos são uma espécie de provas com forma de castelos de areia que me incomodam. Se isto dos ciclos pareceu confuso, imaginem em mim,  condicionada, bem mais destrambelhada e com falta de qualquer coisa chamada ...



Daniela. 8.5.2012

Monday, May 7, 2012

If you let me.


If you let me, here's what I'll do, I'll take care of you...I've loved and I've lost.

are you here?

http://instagr.am/p/KVePEyuQFs/

“Rainy days are a little bit scary without you here.”


I mean, are you here in any of this moments?


Daniela C. What fucking rainy day.

Tuesday, April 10, 2012

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Às vezes é preciso um pouco mais. Um pouco mais de ti. E, talvez um pouco mais de mim. No final, era só isso que bastava.

Daniela.

Em direitos e deveres.

Acredito que gostas de te sentir assim, assim mimado, assim com todos os carinhos a que achas que tens direito. Em direitos e deveres entendemo-nos mal. Que gostas da minha preocupação com a roupa fria, com horários e mais deveres, Que gostas do mal que tu me fazes. Acredito que o fazes sem saber. Acredito ainda que o mal que tu me fazes não é mais que um bem disfarçado de coisas más. Acredito que faz parte da vossa espécie e que a vossa mãe natureza é uma sogra chata e malvada.



Em direitos e deveres, entendem-se os dois lados mal, elas porque foram feitas para serem o Fazer e o Manter e eles porque foram feitos para Ter e Querer. Em matéria de leis, estamos bem separados. Em matéria física ainda mais estamos. Em matéria química, temos um reagente mais forte, um ácido que corrói cimento e betão com outro que reage pouco mas que sustenta um produto visível a temperatura e concentração ideal. Em matéria de sociedade, temos o... Bom, fiquemos por aqui. Hoje é só mais um dia em que há mais coisas que te deixam longe de ti do que aquelas que te aproximam.

Não há tempo para dizer mais nada, porque o tempo esgota-se e aquele que me cedes já é menos que pouco.

Daniela .

Monday, March 19, 2012

Sail.

This is how I show my love.
I made it in my mind because
I blame it on my ADD baby.

This is how an angel cries
Blame it on my own sick pride
Blame it on my ADD baby

SAIL!

SAIL!

SAIL!

SAIL!

SAIL!

Maybe I should cry for help
Maybe I should kill myself(Chorus: myself)
Blame it on my ADD baby

Maybe I'm a different breed
Maybe I'm not listening
So blame it on my ADD baby