When routine bites hard and
ambitions are low
and resentment rides high but
emotions won't grow
And we're changing our ways,
taking different roads
Then love, love will tear us
apart again
Love, love will tear us apart
again
Why is the bedroom so cold?
You've turned away on your
side
Is my timing that flawed?
Our respect runs so dry
Yet there's still this appeal
That we've kept through our
lives
But love, love will tear us
apart again
Love, love will tear us apart
again
You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there's taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can't function no more
But love, love will tear us
apart again
Love, love will tear us apart
again
Love, love will tear us apart
again
Love, love will tear us apart
again .
Joy Division.
Monday, July 23, 2012
Saturday, June 2, 2012
Começava assim. Médico estranhíssimo por sinal, dizia assim aos seus cadernos os sonhos era o inconsciente a falar com o ego, dizendo-lhe incoerências, sussurando-lhe pecados e atrocidades, espicaçando-o com maldades, desejos profundos e pensamentos maquiavélicos de tão imundos que eram. O Ego, perspicaz amolecia o corpo, fechava os olhos, acalmava a bomba cardíaca, deixa cair um bocado de saliva na almofada, fazia-lhe barulhos estranhos na garaganta, acomodava, fazia-se fofinho, resumindo: adormecia o corpo. A Alma, ahh essa coisa sem sal, ia passear ao parque, fazer umas compras, rever matéria atrasada, por aí, essa entretem-se com facilidade! O Corpo, fraco, desprovido de qualquer pensamento, que seria incapaz de ouvir o malvado do Inconsciente. A alma fora o corpo dormindo , a luta começava agora. E durava, até o preguiçoso do Incosciente ralhar com o Ego, dizendo-lhe que já estava farto das merdas dele. O ego, toddas as santas noites, acha que dominou o outro, mas todas as santas noites volta a encontra-se com ele, diria até que já são amigos e ainda não perceberam. às vezes o Ego também se cansa, o Inconsciente , ágil, aproveita-se do corpo, claro que seaproveita... e o corpo gosta, gosta muito, mas costuma sair lesionado de alguma forma. A alma também, cansa-se é mais depressa, porque tem as cmpras por fazer , a matéria para se recordar, as limpezas por organizar. O Inconsciente é um opurtonista, um sacana daqueles que diz umas cenas malucas, mas que no fundo, toda a gente de vez enquanto gosta de ouvir. Naturalmente são 3 contra 1. Em que 2 deles, tanto lhes faz. Este tanto lhes faz, vê.se nas ruas, no bairro, na cidade, corresponde àqueles que chamamos coitadinhos, chalados, drogados, malucos. Era isto que o médico maluco dizia, ora aqui está outro tipo, que não o maluco de à bocado, nunca deve ter escrito tal coisa, dita por estas palavras nos seus cadernos, tinha mais que fazer.
Daniela Cavaco.
Daniela Cavaco.
Monday, May 14, 2012
Saturday, May 12, 2012
As pessoas são esquisitas. Não, as pessoas não.
As relações são coisas esquisitas.
As pessoas também.
O que as une ainda mais estranho é.
Hoje deu-me para questionar o relacionamento, especialmente a dois.
Meramente teórico, porque na realidade conseguimos ser egoístas a todos os níveis.
A sociedade só aceita um par "de dois", pleonasmo concedido tendo em conta a estranheza do assunto.
As pessoas, querem mais que um.
No fundo, não é querer, desejam mais que um, mas só querem estar com um.
Um arranja maneira de espicaçar o outro.
O outro não faz que não retribuir.
São egoístas, porque querem o bem do outro para se sentir bem consigo próprias.
E querem mostrar que não, que não é nada disso.
Qual é a necessidade afinal, o outro estar contigo ou tu estares com ele?
Juntos já é forte, porque cada um é cada qual.
Por muito que um queira mais que outro, é isso, o outro continua no seu caminho, tendo apenas um acompanhante que lhe leva as malas e tira outros desse mesmo caminho.
Com ou sem sucesso.
daniela.
daniela.
Thursday, May 10, 2012
Tuesday, May 8, 2012
Já sei que é inevitável
É um ciclo que se repete, as formas são as mesmas e o palavreado também. Já sei distingui-los, já sei o que se passa comigo, sei que é inevitável.
Sei ainda que te afastas de mim e eu, sendo mais fraca, não me afasto mas prendo-me noutras coisas. Era tempo de provares algo, era tempo de mostrares o que é isso que chamas "amor", era tempo de se pronunciar. Fazia falta a esta cabeça destrambelhada, se é que essa palavra existe, ouvir algo parecido. Fazia-lhe falta que lhe dissesses que és e eu sou importante em alguma coisa. Somos demasiados pequenos neste pequeno planeta para sermos alguma coisa, mas fazia falta mostrares que pelo menos noutro sítio, talvez tivesse alguma importância.
Queria dizer-te que o ciclo não se renovou, que essa tua distância não teve efeitos, que no fundo é só mais um período que eu sou eu e tu és tu, cada um no seu sítio, sem semelhanças alguma. Queria dizer-te que o ciclo que te afasta de mim e eu de ti, não se vai repetir. Vai repetir-se, e eu já lhe conheço formas e cores, sei que me vai confundir, que me vai fazer perdida entre trocas de insultos e outras palavras assustadoras que trocamos. Perdoa-me se já reconheço o que eu sei que tu sabes. Perdoa-me, não é algo que controle, que manipule como já fiz no passado. Já viste o que as ondas do mar fazem na praia? Parece-se com aquilo que tu me fazes.
Por isso, volto a mudar de destinatário, agora o ciclo mudou de dono. É um ciclo simples, é palpável, toca-se quase com os dedos. Se lhe tocasse aposto que se desfazia, como quem faz casas e castelos de areia e espera que resistam à abrasão das partículas excitadas das ondas que por sua excitam os grãos de areia das casas e dos castelos, fazendo-os desaparecer como se fossem algo. Só significa que nunca foram nada. Não sei se posso comparar este ciclo aos castelos de areia das crianças, não sei se é insultuoso, se magoa ou fere. Não quero que isso aconteça, até porque o ciclo mudou de dono, mas continua a ser somente meu. E o dono do meu ciclo não pode, não vai ou quer saber do mesmo. Escrevo, na esperança de fechar um novo ciclo, sei que se o fizer e não o realizar, ele passa. Há-de vir alguma onda que o leve, afinal se o comparei a um castelo de areia, uma onda há-de fazer algum efeito...
Não posso negar que fico meio tonta com isto dos ciclos, não os compreendo, só consigo compará-los. Sei que têm um princípio, sinto-o cada vez que o proprietário repara nele, sem se manifestar. SE há algo para entender, é esse algo que não entendo. Se este ciclo me desgasta e não posso tocar-lhe então porque aparece? Se este ciclo, é algo que tem princípio meio e fim e sendo que o fim coincide com o princípio, qual é o objectivo disto tudo?
Desta vez o ciclo é novo mas com semelhanças com o anterior. É absolutamente bizarro e nunca se deveria ter iniciado. Nisto concluo, que ciclos são uma espécie de provas com forma de castelos de areia que me incomodam. Se isto dos ciclos pareceu confuso, imaginem em mim, condicionada, bem mais destrambelhada e com falta de qualquer coisa chamada ...
Daniela. 8.5.2012
Monday, May 7, 2012
If you let me.
If you let me, here's what I'll do, I'll take care of you...I've loved and I've lost.
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